Dúvidas frequentes sobre os discos de alta definição
Tire suas dúvidas sobre os novos formatos com o jornalista Hamilton Rosa
Tire suas dúvidas sobre os novos formatos com o jornalista Hamilton Rosa
Recentemente fui convidado para conhecer um sistema “hi-end” de São Paulo, e lá estive com alguns amigos audiófilos. O grande mérito, segundo o feliz dono do equipamento, era que seu sistema não tinha “frescuras de hi-end”, ou como dizem alguns “era livre de voodoos”. Isso é uma forma de dizer que tudo o que se pesquisa e é tecnologicamente desenvolvido em áudio, não passa de bobagem.
Quando vejo alguns testes em uma conhecida revista de áudio e vídeo nacional, e para alguns equipamentos (ou fornecedores) ela insiste em repetir a mesma coisa: “Preço não fornecido”, fico indignado ao ver que o interesse dela está mais direcionado ao vendedor do que ao consumidor.
Produtos chineses, são todos confiáveis?
Freqüentemente observo nos fóruns de discussão, ou em encontros de amigos, comentários do tipo “minha caixa é classe A Stereophile… bem… foi em 2003…”, ou… “meu CD player ganhou classificação “Diamante Negro”, em 1994…” Apesar de bastante comum, essa situação não seria admissível se entendêssemos o seu verdadeiro significado, e suas razões de fato.
A guerra de formatos de alta-definição acabou, e o Blu-ray foi o vencedor.
Restaurando uma caixa B&W danificada por água.
Há alguns dias recebi a ligação de um revendedor de equipamentos de áudio e vídeo. Seu contato tinha como objetivo, disfarçadamente, me induzir a mudar um comentário negativo que fiz aqui, nas páginas do Hi-Fi Planet, sobre um determinado equipamento que ele comercializa.
Análise do TV TV Panasonic Plasma 42″ TH-42PV70LB [clique aqui para continuar lendo]
Blindagem magnética de alto-falantes.
Falando sobre cabos…
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