Rumo à Customização – Parte Final – Adequando o Sistema
Na última parte deste artigo, apresentaremos uma solução bem interessante para o ajuste de nosso sistema.
Na última parte deste artigo, apresentaremos uma solução bem interessante para o ajuste de nosso sistema.
Sempre recebo e-mails de consultas de leitores, sobre equipamentos, ajustes e acessórios. Procuro responder todos, o que já não é uma tarefa fácil. Algumas consultas tratam do mesmo tema, e a pergunta acima é uma delas. Decidi publicar uma destas respostas aqui.
De forma “sorrateira”, ruídos em sua sala são introduzidos na reprodução musical, afetando a qualidade do som sem que muitas vezes sejam descobertos.
Como caminha o mercado de TVs 3D? Qual o futuro desta tecnologia? O que o consumidor deve saber antes gastar uma fortuna num televisor 3D?
Uma resposta “Objetiva” para críticas “Subjetivas”.
Continuação desta série de artigos no caminho das soluções.
Segunda parte da série de artigos que tratam da customização de um sistema de som, para obtenção de um melhor resultado final.
Nesta série de artigos proponho um novo rumo para a audiofilia, a busca do som ajustado às suas necessidades individuais.
Todo mundo quer vender a grande novidade dos últimos anos em tecnologia de TVs, o sistema tridimensional de imagens conhecido como “3D”. Mas, ninguém conta que o sistema também pode causar, literalmente, muitas dores de cabeça aos seus utilizadores, entre outros problemas até mais sérios.
De volta ao assunto sobre som ao vivo não ser uma referência ABSOLUTA.
Apesar do contínuo amadurecimento e da conscientização da comunidade audiófila, principalmente no exterior, algumas publicações ainda apostam na ingenuidade de alguns consumidores.
Escrevi esta orientação devido a quantidade de consultas que venho recebendo de usuários de players de Blu-ray, que estão experimentando problemas com a reprodução de alguns discos.
Mais uma carta enviada por um de nossos leitores. Que fique bem claro tratar-se de uma crítica construtiva, pois também apóio o crescimento e a maturidade do mercado de áudio Hi-End de forma honesta e saudável.
Depois que publicamos aqui um debate com um importante jornalista de tecnologia sobre tecnologias de TVs, recebi vários emails perguntando sobre qual seria o modelo mais interessante a se comprar. Hoje trataremos disso.
Normalmente não publico este tipo de correspondência, senão quando feita pela seção de cartas. Mas, em agradecimento às (um pouco exageradas) palavras de incentivo, o faço com orgulho e sinceros agradecimentos ao missivista. Isso é o que me motiva a continuar superando obstáculos e alguma bobagens que leio por aí.
A motivação para escrever este artigo nasceu de um e-mail que recebi de um leitor, onde ele elencava uma série de insatisfações com alguns textos aqui publicados.
Há algumas semanas recebi um e-mail de um leitor me perguntando se o integrado Dartzeel era uma boa opção de compra. Será que é?
Quase que diariamente eu sou consultado sobre esta ou aquela marca de equipamentos. Normalmente, são compradores em dúvida sobre suas próximas aquisições. Agradeço a confiança. Para facilitar, resolvi fazer um resumo aqui de algumas das principais marcas, e de minhas considerações pessoais sobre serem ou não boas opção de compras.
Recomendações de algumas gravações muito especiais.
No mundo inteiro é assim, audiófilos afirmam que cabos caros provocam melhorias significativas nos sistemas de áudio, outros afirmam que eles apenas alteram algumas características, não representando isso necessariamente uma melhoria, e um terceiro grupo defende que cabos não fazem nenhuma diferença. Afinal, quem está certo?
Um texto bem interessante sobre a utilização de spikes e cones.
Gostaria de compartilhar com os nossos leitores um e-mail que recebi de um respeitado audiófilo e editor de uma das mais importantes publicações do mundo sobre o assunto. Neste momento, percebo que estamos convergindo, infelizmente muito lentamente, para um entendimento melhor sobre a reprodução de áudio em alta-fidelidade.
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