Avaliação do CD Timbres da CAVI Records
Depois de uma certa demora, finalmente recebi o CD Timbres, produzido pela CAVI Records, e publico aqui as minhas impressões.
Depois de uma certa demora, finalmente recebi o CD Timbres, produzido pela CAVI Records, e publico aqui as minhas impressões.
Insatisfeito com a grande indignação injusta que causou ao mercado audiófilo, parece que o diretor de uma publicação nacional, que se diz voltada ao mercado Hi-End, não desiste de suas argumentações vagas para atacar as qualidades de um equipamento nacional.
É lamentável ver a que ponto chega o mercado de áudio e vídeo para preservar sua sobrevivência.
Já fui chamado de “chato” e “inconveniente” por “reclamar de tudo”. Isso não é verdade, pois também faço muitos elogios e valorizo muito o trabalho bem feito. Mas, quem me conhece sabe que quando me deparo com algo errado fico realmente bastante indignado.
Será que alguém poderia acreditar que existe uma revista que pudesse escrever coisas do tipo: Sobre a LG: TV LCD 47LG5000: (classificada em duas estrelas de cinco): “Um TV que não tem nem bom preço nem desempenho”
Para inaugurar esta seção, trazemos uma entrevista com o Sr. Luis Roberto Flugge, um conhecido e respeitado profissional que executa modificações em equipamentos de áudio, para melhorias de desempenho com custos bastante acessíveis.
Estivemos ausentes por 24 horas. A razão disso foi a conclusão da mudança de provedor, oferecido pelo amigo Marcelo, e a atualização do sistema que gera esse fórum.
Escolha certo para não se arrepender depois.
Um reflexão sobre a validade do som ao vivo como referência.
Um caso de revolta.
Tire suas dúvidas sobre os novos formatos com o jornalista Hamilton Rosa
Recentemente fui convidado para conhecer um sistema “hi-end” de São Paulo, e lá estive com alguns amigos audiófilos. O grande mérito, segundo o feliz dono do equipamento, era que seu sistema não tinha “frescuras de hi-end”, ou como dizem alguns “era livre de voodoos”. Isso é uma forma de dizer que tudo o que se pesquisa e é tecnologicamente desenvolvido em áudio, não passa de bobagem.
Quando vejo alguns testes em uma conhecida revista de áudio e vídeo nacional, e para alguns equipamentos (ou fornecedores) ela insiste em repetir a mesma coisa: “Preço não fornecido”, fico indignado ao ver que o interesse dela está mais direcionado ao vendedor do que ao consumidor.
Freqüentemente observo nos fóruns de discussão, ou em encontros de amigos, comentários do tipo “minha caixa é classe A Stereophile… bem… foi em 2003…”, ou… “meu CD player ganhou classificação “Diamante Negro”, em 1994…” Apesar de bastante comum, essa situação não seria admissível se entendêssemos o seu verdadeiro significado, e suas razões de fato.
A guerra de formatos de alta-definição acabou, e o Blu-ray foi o vencedor.
Há alguns dias recebi a ligação de um revendedor de equipamentos de áudio e vídeo. Seu contato tinha como objetivo, disfarçadamente, me induzir a mudar um comentário negativo que fiz aqui, nas páginas do Hi-Fi Planet, sobre um determinado equipamento que ele comercializa.
Muitos audiófilos esquecem da música para ouvir apenas sons.
Falando sobre cabos…
Como muitos audiófilos exageram na busca do som com qualidade.
Aspectos importantes sobre um dos elementos mais importantes de uma boa instalação.
Terceira parte do artigo.
A influência dos harmônicos da Energia Elétrica sobre a qualidade de áudio
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