{"id":3036,"date":"2015-06-05T17:15:02","date_gmt":"2015-06-05T20:15:02","guid":{"rendered":"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/?p=3036"},"modified":"2021-06-14T17:26:13","modified_gmt":"2021-06-14T20:26:13","slug":"a-arte-do-exagero","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/a-arte-do-exagero\/","title":{"rendered":"A Arte do Exagero"},"content":{"rendered":"<p>Existe quase uma regra em algumas publica\u00e7\u00f5es em revistas e sites de valorizar exageradamente um produto lhe conferindo maior evid\u00eancia, e algumas s\u00e3o facilmente percebidas numa leitura mais cuidadosa.<br \/>\nConhe\u00e7a alguns destes exageros aqui.<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>H\u00e1 uma n\u00edtida inten\u00e7\u00e3o de alguns avaliadores de equipamentos de \u00e1udio em promover a superioridade de alguns produtos com alguns exageros, empregando os mais diversos e curiosos termos para isso.<br \/>\nChega a ser c\u00f4mica a forma como este artif\u00edcio se repete e conflita com ele pr\u00f3prio ao ser empregado indiscriminadamente.<\/p>\n<p>Quando avaliamos objetivamente um produto, fica f\u00e1cil determinar as suas qualidades e o seu desempenho em rela\u00e7\u00e3o a outros j\u00e1 testados, mas no \u00e1udio parece n\u00e3o haver um real interesse em estabelecer crit\u00e9rios t\u00e9cnicos para isso, dependendo na maior parte das vezes das impress\u00f5es pessoais do avaliador.<br \/>\nPor exemplo, ao avaliar um carro podemos facilmente medir a sua velocidade m\u00e1xima, capacidade de acelera\u00e7\u00e3o de velocidade, consumo de combust\u00edvel, torque, estabilidade (com a acelera\u00e7\u00e3o lateral), dist\u00e2ncia de frenagem, espa\u00e7o interno, etc. Tudo isso vai nos apresentar as caracter\u00edsticas reais do ve\u00edculo, e colocar as suas qualidades de forma clara e objetiva, restando uma subjetividade apenas no gosto e nas sensa\u00e7\u00f5es individuais. Neste caso, n\u00e3o vamos depender da &#8220;impress\u00e3o&#8221; do avaliador.<br \/>\nQuantas vezes j\u00e1 n\u00e3o andamos num ve\u00edculo novo e tivemos a impress\u00e3o dele estar numa velocidade muito mais baixa que a real?<br \/>\nA impress\u00e3o \u00e9 subjetiva, mas a velocidade capturada pelo radar \u00e9 bem objetiva na hora de aplicar uma multa ao condutor.<\/p>\n<p>Essa subjetividade deixa um espa\u00e7o muito grande para os exageros que acabam sendo utilizados de forma indiscriminada e confusa.<\/p>\n<p>Separei aqui alguns exemplos que extra\u00ed de algumas publica\u00e7\u00f5es especializadas de \u00e1udio de diversos pa\u00edses, e que mostram claramente que os pr\u00f3prios avaliadores, mesmo com todas as suas metodologias de avalia\u00e7\u00e3o, mostram quer n\u00e3o conseguem dosar essa \u00e2nsia de apresentar qualidades supostamente &#8220;excepcionais&#8221; de cada novo produto testado.<\/p>\n<p><strong>O &#8220;Sil\u00eancio Sepulcral&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sepulcral.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-3039\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/sepulcral.jpg\" alt=\"sepulcral\" width=\"275\" height=\"180\" \/><\/a><\/p>\n<p>\u00c9 comum vermos em alguns testes, principalmente de cabos de for\u00e7a, os avaliadores citarem que a redu\u00e7\u00e3o de ru\u00eddo de fundo do sistema foi &#8220;sepulcral&#8221;.<br \/>\nNa verdade, se f\u00f4ssemos contar o n\u00famero de vezes que cada avaliador j\u00e1 disse isso nos \u00faltimos 10, 15 ou 20 anos, ter\u00edamos a sensa\u00e7\u00e3o de que o ru\u00eddo de fundo de seus sistemas deveria ser parecido com o de uma turbina de avi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em meu sistema, o ru\u00eddo de fundo foi uma das primeiras preocupa\u00e7\u00f5es. Com a evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, nunca admiti conviver com ru\u00eddos indesejados do sistema interferindo na reprodu\u00e7\u00e3o musical. H\u00e1 muitos anos n\u00e3o sei o que \u00e9 ru\u00eddo de fundo, pois ele foi totalmente eliminado do meu sistema.<\/p>\n<p>Como pode a cada avalia\u00e7\u00e3o de produto haver uma redu\u00e7\u00e3o de fundo t\u00e3o substancial? S\u00f3 posso acreditar que o sistema utilizado nos testes tem algum tipo de &#8220;adubo&#8221; que favorece o &#8220;crescimento&#8221; de ru\u00eddos que devem ser &#8220;podados&#8221; periodicamente&#8230;<\/p>\n<p><strong>O &#8220;Massacre da Serra El\u00e9trica&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/serra1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-3040\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/serra1.jpg\" alt=\"serra1\" width=\"250\" height=\"146\" \/><\/a><\/p>\n<p>Express\u00e3o utilizada com frequ\u00eancia para ilustrar o salto comparativo de uma ou mais qualidades de um produto.<br \/>\nAl\u00e9m da natural caracter\u00edstica de mau gosto da express\u00e3o, ela tamb\u00e9m est\u00e1 sendo empregada incorretamente.<\/p>\n<p>Emprestada de um violento e sangrento filme de 1973 inspirado em fatos reais, onde um assassino psicopata retalhava as suas v\u00edtimas numa verdadeira se\u00e7\u00e3o de carnificina, o t\u00edtulo do filme em portugu\u00eas apresenta um erro grave, j\u00e1 que a ferramenta utilizada no filma era na verdade uma serra com motor a combust\u00e3o e que utilizava gasolina, e n\u00e3o eletricidade.<\/p>\n<p>Apesar do mau gosto e do termo err\u00f4neo, a express\u00e3o nos incomoda algumas vezes quando utilizada em muitas avalia\u00e7\u00f5es de equipamentos de \u00e1udio, n\u00e3o s\u00f3 pela compara\u00e7\u00e3o infeliz, mas porque muitas vezes &#8220;for\u00e7a&#8221; uma id\u00e9ia de que uma determinada caracter\u00edstica de um produto superou de forma &#8220;grotesca&#8221; aquela apresentada por outro produto, o que \u00e9 pouco real levando-se em conta que muitos destes produtos est\u00e3o num patamar de qualidade bastante nivelado quando tratam-se de produtos genuinamente <em>hi-end<\/em>.<\/p>\n<p>Eu j\u00e1 li um teste onde o avaliador mencionava que o &#8220;equil\u00edbrio tonal&#8221; de um cabo RCA* (vide nota no rodap\u00e9), quando comparado ao cabo do &#8220;sistema de refer\u00eancia&#8221; da revista, era o &#8220;verdadeiro massacre da serra el\u00e9trica&#8221;.<br \/>\nAlgumas edi\u00e7\u00f5es depois o mesmo avaliador comentava que nenhum cabo que ele conhecia havia, at\u00e9 aquele momento, superado o equil\u00edbrio tonal do cabo deste sistema. Mas, se a diferen\u00e7a foi t\u00e3o grotesca assim, devo supor que tal fato n\u00e3o teria passado assim t\u00e3o esquecido, ou ent\u00e3o a diferen\u00e7a n\u00e3o foi t\u00e3o substancial assim.<\/p>\n<p>Certamente a imagem que esta express\u00e3o causa em nossas cabe\u00e7as \u00e9 bastante forte, e nos induz a pensar que houve uma melhora brutal no quesito avaliado. Qual a raz\u00e3o de tentar nos impor t\u00e3o forte impress\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>A &#8220;Materializa\u00e7\u00e3o do Acontecimento Musical&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/musicosala.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-3041\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/musicosala.jpg\" alt=\"musicosala\" width=\"275\" height=\"178\" \/><\/a><\/p>\n<p>Esta \u00e9 uma express\u00e3o mais &#8220;diger\u00edvel&#8221; que as anteriores, pois tem uma id\u00e9ia mais clara ao dizer que um determinado produto ou sistema conseguiu reproduzir numa sala as caracter\u00edsticas de uma apresenta\u00e7\u00e3o f\u00edsica dos m\u00fasicos, denotando um certo &#8220;ar de realidade&#8221; (bastante discut\u00edvel) da apresenta\u00e7\u00e3o musical.<\/p>\n<p>Mas, o curioso \u00e9 que esta \u00e9 outra express\u00e3o utilizada h\u00e1 muitos anos, onde por diversas vezes os avaliadores mencionaram que sofreram um &#8220;choque&#8221; ou &#8220;ca\u00edram em l\u00e1grimas&#8221; diante do sucesso em obter a materializa\u00e7\u00e3o do acontecimento musical em suas salas, e no meu entender ela tamb\u00e9m se mostra irreal ou exagerada.<br \/>\nPenso assim porque n\u00e3o me parece razo\u00e1vel que o avaliador relate a sensa\u00e7\u00e3o deste efeito em seu sistema e depois repita esta mesma observa\u00e7\u00e3o dezenas ou centenas de vezes depois, durante o teste de outro produto.<\/p>\n<p>Se a materializa\u00e7\u00e3o j\u00e1 ocorreu, como pode ela ocorrer in\u00fameras outras vezes. Seria este &#8220;efeito&#8221; tempor\u00e1rio? Ser\u00e1 que a dura\u00e7\u00e3o das qualidades do produto testado tem validade de alguns meses somente?<br \/>\nSeria algo como a dor de cabe\u00e7a? Voc\u00ea toma um analg\u00e9sico e a dor some, mas depois ela volta e voc\u00ea tem que tomar outro analg\u00e9sico para faz\u00ea-la sumir novamente.<br \/>\nIsso n\u00e3o me parece muito l\u00f3gico.<br \/>\nSe voc\u00ea obteve esta &#8220;materializa\u00e7\u00e3o&#8221; uma vez, n\u00e3o haveria raz\u00e3o de se surpreender novamente com o mesmo efeito, e isso, se realmente aconteceu, seria algo que deveria provocar uma sensa\u00e7\u00e3o de estranheza ao avaliador, ou n\u00e3o?<\/p>\n<p><strong>O &#8220;Salto Gigantesco&#8221;<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/jumper.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-3042\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/jumper.jpg\" alt=\"jumper\" width=\"275\" height=\"177\" \/><\/a><\/p>\n<p>&#8220;Foi um salto gigantesco na extens\u00e3o da faixa das altas frequ\u00eancias&#8221;.<br \/>\nEssa foi uma express\u00e3o que li certa vez durante o teste de um cabo (porque quase sempre eles?).<br \/>\nCuriosamente, muitos avaliadores possuem mais de 50 anos e j\u00e1 reconheceram que a nossa capacidade de ouvir as altas frequ\u00eancias reduzem muito nesta faixa et\u00e1ria, mas, mesmo se isso n\u00e3o ocorresse, seria esta diferen\u00e7a entre dois cabos algo t\u00e3o &#8220;gigantesco&#8221;?<\/p>\n<p>Eu hoje posso afirmar que diferen\u00e7as entre a sonoridade de dois cabos somente s\u00e3o razoavelmente percept\u00edveis se um dos cabos for de p\u00e9ssima qualidade e o outro de excepcional qualidade, ou um deles for fortemente manipulado para evidenciar artificialmente alguma caracter\u00edstica.<br \/>\nEntre cabos de boa qualidade e com tecnologias &#8220;deste mundo&#8221;, as diferen\u00e7as s\u00e3o sutis e n\u00e3o gigantescas.<\/p>\n<p>E como pode haver um salto gigantesco na extens\u00e3o das altas frequ\u00eancias se qualquer cabo de boa qualidade apresenta uma condu\u00e7\u00e3o de sinais de altas frequ\u00eancias bem acima da faixa aud\u00edvel?<br \/>\nSe essa diferen\u00e7a n\u00e3o \u00e9 medida pelo avaliador atrav\u00e9s de equipamentos apropriados, e os nossos ouvidos s\u00e3o humanos e, portanto, limitados, como algu\u00e9m consegue determinar tamanho salto de uma caracter\u00edstica t\u00e3o singular como esta?<\/p>\n<p><em>Gigantesco:\u00a0adj.\u00a0Muito grande, monstruoso, colossal.\u00a0De propor\u00e7\u00f5es desmesuradas ou extraordin\u00e1rias<\/em><\/p>\n<p>Novamente, qual o interesse do avaliador em querer criar t\u00e3o exagerada imagem em nossas cabe\u00e7as? Fantasia ou realidade? Exagero ou persuas\u00e3o?<\/p>\n<p>Acho que estes e outros termos exagerados contribuem para alimentar o &#8220;mist\u00e9rio&#8221; do <em>hi-end,\u00a0<\/em>como se determinados produtos fossem capazes de superar a l\u00f3gica, a ci\u00eancia e a realidade, produzindo efeitos &#8220;brutais&#8221; sobre o ouvinte.<\/p>\n<p>Constantemente me deparo com testes onde o avaliador cita que determinado produto lhe causou alguns resultados, novamente, surpreendentes, mas que eu n\u00e3o comprovo tal afirma\u00e7\u00e3o na pr\u00e1tica.<br \/>\nRelato a seguir algumas cita\u00e7\u00f5es que n\u00e3o acabaram confirmadas por mim:<\/p>\n<p><em>&#8220;O aumento do detalhamento foi t\u00e3o evidente que pude ouvir a respira\u00e7\u00e3o do pianista&#8230;&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Tratava-se, novamente, de um teste de cabos el\u00e9tricos.<br \/>\nCuriosamente, eu consegui ouvir esta mencionada respira\u00e7\u00e3o no CD p<em>layer<\/em> do meu carro e num velho e surrado\u00a0<em>system<\/em>\u00a0de uma amiga. Nenhum deles possu\u00eda nada de especial, muito menos o citado cabo &#8220;excepcional&#8221;.<\/p>\n<p><em>&#8220;&#8230;consegui pela primeira vez perceber o espa\u00e7o entre os dois instrumentos e a coloca\u00e7\u00e3o da voz da cantora precisamente entre eles&#8230;&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Este coment\u00e1rio acima foi feito em rela\u00e7\u00e3o a um amplificador cujo pre\u00e7o daria para comprar dois carros m\u00e9dios de luxo.<br \/>\nPor\u00e9m, esta forma\u00e7\u00e3o espacial nesta exata grava\u00e7\u00e3o eu j\u00e1 tinha no meu sistema h\u00e1 pelo menos dois anos, e com um amplificador que compraria no m\u00e1ximo um carro &#8220;popular ajeitadinho&#8221;.<\/p>\n<p><em>&#8220;&#8230;o (cabo testado de alguns milhares de d\u00f3lares) acabou com a aspereza que me incomodava nos agudos do meu sistema de refer\u00eancia.&#8221;<\/em><\/p>\n<p>Estranho um sistema de refer\u00eancia possuir uma falha grave como esta. Nunca tive este problema em meu sistema de som.<\/p>\n<p>A impress\u00e3o que fica \u00e9 de que h\u00e1 uma obriga\u00e7\u00e3o em mostrar que o novo produto avaliado \u00e9 um <em>upgrade<\/em> obrigat\u00f3rio, que as suas qualidades v\u00e3o levar um sistema de som <em>hi-end<\/em> a um patamar muito mais elevado ou perfeito, e tudo que existia at\u00e9 ent\u00e3o acabou de ser superado por aquele novo produto.<\/p>\n<p>Ser\u00e1 essa a realidade que se esconde pelos exageros das avalia\u00e7\u00f5es de equipamentos de \u00e1udio <em>hi-end<\/em>?<\/p>\n<p>J\u00e1 dizia o poeta franc\u00eas Jean de La Fontaine:<\/p>\n<p><em><strong>&#8220;Falar \u00e9 bom, calar \u00e9 melhor, mas ambos s\u00e3o desagrad\u00e1veis quando levados ao exagero.&#8221;<\/strong><\/em><\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/exagero2.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-3043\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2015\/06\/exagero2.jpg\" alt=\"exagero2\" width=\"250\" height=\"200\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>* Nota de Rodap\u00e9<br \/>\nCabos n\u00e3o possuem &#8220;equil\u00edbrio tonal&#8221;, &#8220;musicalidade&#8221;, etc. Cabos s\u00e3o condutores de corrente el\u00e9trica, cont\u00ednua ou composta de varia\u00e7\u00f5es de amplitude e frequ\u00eancia. As caracter\u00edsticas mencionadas s\u00e3o efeitos provocados pelo tratamento destes sinais el\u00e9tricos depois de passar por todo o sistema de som e interagir com a sala e com os nossos ouvidos.\u00a0Cabos n\u00e3o possuem caracter\u00edsticas sonoras, e sim el\u00e9tricas.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Existe quase uma regra em algumas publica\u00e7\u00f5es em revistas e sites de valorizar exageradamente um produto lhe conferindo maior evid\u00eancia, e algumas s\u00e3o facilmente percebidas numa leitura mais cuidadosa. 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