{"id":528,"date":"2007-11-02T12:14:34","date_gmt":"2007-11-02T15:14:34","guid":{"rendered":"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/?p=528"},"modified":"2026-06-24T10:47:07","modified_gmt":"2026-06-24T13:47:07","slug":"reviews-ate-onde-acreditar-neles-1%c2%aa-parte","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/reviews-ate-onde-acreditar-neles-1%c2%aa-parte\/","title":{"rendered":"&#8220;Reviews&#8221; &#8211; Ate onde acreditar neles? &#8211; 1\u00aa Parte"},"content":{"rendered":"<p>Os reviews que avaliam equipamentos de \u00e1udio e v\u00eddeo, s\u00e3o totalmente seguros?<!--more--><\/p>\n<p>PARTE 1<\/p>\n<p>Autor: Eduardo Martins<\/p>\n<p><strong>INTRODU\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>A dif\u00edcil escolha de um equipamento normalmente \u00e9 subsidiada pelas opini\u00f5es dos amigos, pelas audi\u00e7\u00f5es que fazemos em suas casas ou nas lojas especializadas, pelos testes publicados em revistas (reviews), pelas experi\u00eancias com equipamentos emprestados e outras informa\u00e7\u00f5es que colhemos em revistas, internet, etc. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil escolher o componente certo para o nosso sistema, e muitas vezes estas informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o contradit\u00f3rias e confusas, aumentando ainda mais a inseguran\u00e7a na escolha.<\/p>\n<p>De todas estas fontes de convencimento, os testes realizados por revistas, internet e outros, costumam ter sempre um peso muito grande na decis\u00e3o, parecendo ter maior credibilidade do que os demais. Mas, ser\u00e1 que essa impress\u00e3o \u00e9 mesmo verdadeira?<\/p>\n<p>Os testes normalmente s\u00e3o realizados por pessoas que conhecem o assunto, detalhados em textos quase sempre bem escritos, convencendo qualquer leitor de que o teste foi mesmo realizado com todo o cuidado necess\u00e1rio. Acabam sendo usados como refer\u00eancias incontest\u00e1veis nas calorosas discuss\u00f5es sobre qual o melhor equipamento, como guia de compras, como instrumentos de compara\u00e7\u00e3o e julgamento, como se fossem profundos tratados cient\u00edficos refletindo a mais pura verdade.<br \/>\nAinda mais preocupantes s\u00e3o os testes realizados por entusiastas de \u00e1udio e v\u00eddeo, publicados nos f\u00f3runs espalhados pelo mundo. Com muito menos recursos, e com excesso de subjetividade e falta de conhecimento adequado, estes testes colaboram ainda mais para confundir qualquer leitor, j\u00e1 perdido entre as in\u00fameras contradi\u00e7\u00f5es dos demais testes realizados por avaliadores mais preparados.<\/p>\n<p>Nenhum teste isolado pode ser tomado como refer\u00eancia absoluta. A soma deles pode indicar uma tend\u00eancia, mas n\u00e3o necessariamente a escolha certa para todos os casos. Al\u00e9m disso, muitas vezes a avalia\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada j\u00e1 com uma tend\u00eancia pr\u00e9-definida de resultado.<br \/>\nVejamos os fatores que influenciam o resultado de um teste, e que acabam colocando em d\u00favida sua real utilidade.<\/p>\n<p><strong>TESTES DE REVISTAS ESPECIALIZADAS<\/strong><\/p>\n<p>Quando digo &#8220;revistas especializadas&#8221;, pretendo j\u00e1 excluir aqueles testes eventuais realizados por jornalistas ou colunistas de publica\u00e7\u00f5es que n\u00e3o s\u00e3o do ramo. J\u00e1 tive oportunidade de ler avalia\u00e7\u00f5es feitas em jornais e em outros ve\u00edculos de informa\u00e7\u00e3o que, de t\u00e3o superficiais e pouco esclarecedores, n\u00e3o tinham qualquer utilidade, sen\u00e3o informar a exist\u00eancia daquela op\u00e7\u00e3o no mercado.<br \/>\nE, na verdade, mesmo nas publica\u00e7\u00f5es especializadas, costumo ver o teste como uma informa\u00e7\u00e3o sobre algumas caracter\u00edsticas t\u00e9cnicas e funcionais do equipamento, deixando o julgamento de suas qualidades em segundo ou terceiro plano.<\/p>\n<p>Todos que trabalham com produ\u00e7\u00e3o editorial, principalmente revistas e outros peri\u00f3dicos, sabem o quanto \u00e9 importante um bom an\u00fancio. Na maioria dos casos s\u00e3o os an\u00fancios que maior representatividade tem no faturamento da publica\u00e7\u00e3o.<br \/>\nToda editora tem um departamento comercial voltado \u00e0 capta\u00e7\u00e3o de an\u00fancios, e o resultado desse trabalho pode resultar no fracasso ou no sucesso de uma revista. N\u00e3o \u00e9 por menos que a import\u00e2ncia do anunciante \u00e9 t\u00e3o grande, e sua fidelidade t\u00e3o importante.<\/p>\n<p>A pergunta que podemos fazer \u00e9: Como manter ou atrair um anunciante testando seus equipamentos? A resposta parece \u00f3bvia: tendo o cuidado de n\u00e3o desmerecer a marca, elogiando o seu produto, mantendo feliz um atual anunciante ou atraindo outro para que, aproveitando a boa avalia\u00e7\u00e3o de seu produto, invista ainda mais em sua imagem com o an\u00fancio.<br \/>\nComo administrar esta situa\u00e7\u00e3o t\u00e3o contradit\u00f3ria? Como realizar uma avalia\u00e7\u00e3o de um produto sem prejudicar um anunciante ou levar uma falsa informa\u00e7\u00e3o ao leitor? Claro que falamos agora daqueles equipamentos que n\u00e3o tiveram um bom resultado nos testes, porque aqueles que foram bem estar\u00e3o numa condi\u00e7\u00e3o mais privilegiada, n\u00e3o correndo o risco de causar qualquer desconforto para a editora.<br \/>\nQuantas vezes vimos uma avalia\u00e7\u00e3o falando mal de um determinado equipamento? E quando isso aconteceu, o fabricante, importador, distribuidor ou revendedor era anunciante da revista ou teria alguma chance de se tornar um? Provavelmente n\u00e3o.<br \/>\nLembro-me da revista Antenna, uma antiga publica\u00e7\u00e3o nacional que realizava alguns testes de equipamentos de \u00e1udio e, como deve ser, publicava testes que ora elogiava um equipamento, ora depreciava outro, pelas suas virtudes ou pela falta delas. Por\u00e9m, n\u00e3o haviam anunciantes de equipamentos em suas p\u00e1ginas, e talvez por isso nunca teve o sucesso merecido. Bons anunciantes, patrocinadores e parceiros podem garantir o sucesso de uma publica\u00e7\u00e3o, mesmo med\u00edocre, inclusive abrindo suas portas para &#8220;cadernos especiais&#8221;, encartes, eventos e outras possibilidades ainda bem mais lucrativas.<\/p>\n<p>A resposta para a nossa pergunta sobre o que fazer nesta situa\u00e7\u00e3o t\u00e3o complicada \u00e9 bastante variada, e cada editora segue uma linha diferente.<\/p>\n<p>Alguns ve\u00edculos preferem silenciar-se sobre um teste mal sucedido. Desconhecendo o teste, o leitor n\u00e3o toma conhecimento sobre aquele equipamento e seus defeitos, e a imagem do fabricante est\u00e1 preservada. Dizem estes avaliadores que ningu\u00e9m sai prejudicado desta forma, pois n\u00e3o foi preciso falsear um resultado, ou seja, n\u00e3o foi necess\u00e1rio enganar o leitor, e todo mundo ficou bem. Mas, ser\u00e1 que isso \u00e9 fato? Esconder uma verdade n\u00e3o seria uma forma de enganar o leitor? Afinal, priva-se o leitor de uma informa\u00e7\u00e3o importante para uma poss\u00edvel decis\u00e3o na hora da compra, colocando-o a merc\u00ea de informa\u00e7\u00f5es ainda mais perigosas de vendedores pouco preparados e cheios de interesses comerciais, de amigos que muitas vezes n\u00e3o t\u00eam o preparo certo para uma avalia\u00e7\u00e3o adequada, de an\u00fancios enganosos, e tamb\u00e9m de outros testes publicados por avaliadores sem o devido cuidado ou conhecimento para tanto, ou mesmo sem quaisquer escr\u00fapulos.<br \/>\nO preju\u00edzo ao calar-se pode ser t\u00e3o grande quanto aquele causado por quem manipula um resultado, e o consumidor acaba sendo lesado da mesma forma.<\/p>\n<p>E \u00e9 sobre este segundo grupo, dos que manipulam os resultados, que falaremos agora. Muitas publica\u00e7\u00f5es, at\u00e9 mesmo pressionadas pelos anunciantes, acabam disponibilizando a avalia\u00e7\u00e3o, por\u00e9m devidamente manipulada para atender aos interesses daqueles.<br \/>\nIsto n\u00e3o \u00e9 raro, e os resultados dessa fraude podem ser bem desastrosos. Divulgar falsa informa\u00e7\u00e3o pode at\u00e9 ser enquadrado como crime. Mas, o leitor poucas vezes consegue se dar conta do que aconteceu. Ele compra um aparelho baseado numa avalia\u00e7\u00e3o positiva de determinada publica\u00e7\u00e3o e, depois de decepcionar-se com o seu desempenho, acaba achando que existem outros problemas em seu sistema que n\u00e3o permitem que o novo equipamento lhe proporcione o mesmo resultado obtido pelo avaliador naquele teste. No caso de aparelhos de baixa qualidade de constru\u00e7\u00e3o, item pouco observado pelos avaliadores at\u00e9 pela falta de conhecimento espec\u00edfico, as constantes falhas de funcionamentos s\u00e3o tidas pelo consumidor como &#8220;azar&#8221;, acreditando que justo a sua unidade veio com problemas. E isso \u00e9 bastante comum, por menos que pare\u00e7a.<br \/>\nEsta linha editorial \u00e9 bastante comum e muito lament\u00e1vel. Afinal, n\u00e3o s\u00f3 as publica\u00e7\u00f5es de \u00e1udio e v\u00eddeo representam esse universo, mas tamb\u00e9m outras de g\u00eaneros distintos.<\/p>\n<p>Algumas vezes adota-se uma outra solu\u00e7\u00e3o, digamos, intermedi\u00e1ria. Divulga-se o teste e apontam-se as falhas, mas sem a devida import\u00e2ncia. Se algum dia algu\u00e9m lhes questiona sobre os problemas do aparelho, eles dizem que comentaram sobre isso. A falha \u00e9 tratada superficialmente, sem expor a sua real dimens\u00e3o e suas consequ\u00eancias imediatas e futuras.<br \/>\nSeria algo como perceber que um aparelho apresenta alto \u00edndice de ru\u00eddo de fundo, e num determinado ponto do texto dizer &#8220;&#8230;apesar da rela\u00e7\u00e3o sinal ru\u00eddo de 70dB, o aparelho possui uma \u00f3tima e agrad\u00e1vel extens\u00e3o de graves e agudos&#8230;&#8221;, ou, em outra situa\u00e7\u00e3o, &#8220;&#8230;notamos apenas uma pequena limita\u00e7\u00e3o na extens\u00e3o dos agudos, por\u00e9m uma din\u00e2mica acima da m\u00e9dia&#8230;&#8221;<br \/>\nDesconfie! Problemas devem ter a mesma import\u00e2ncia e destaque que as virtudes.<\/p>\n<p>J\u00e1 vi muitos aparelhos serem desmerecidamente elogiados em algumas publica\u00e7\u00f5es, estes fatos serem tomados como verdades e terem grande divulga\u00e7\u00e3o entre o p\u00fablico interessado e, ao final, ganharem uma falsa fama positiva. O perigo reside a\u00ed, a mentira pode crescer e se tornar uma verdade incontest\u00e1vel. O problema \u00e9 que torna-se muito dif\u00edcil identificar estas fraudes.<br \/>\nOs equipamentos testados s\u00e3o na maior parte das vezes fornecidos por fabricantes e representantes da marca, normalmente escolhidos com cuidado dentro de um lote fabricado, e previamente testados ou at\u00e9 mesmo &#8220;ajeitados&#8221; antes de serem enviados para teste.<br \/>\nMuitas vezes, em troca da &#8220;gentileza&#8221; de avaliar bem um aparelho, a unidade testada ou outra nova acaba sendo presenteada ou vendida por um pre\u00e7o simb\u00f3lico ao avaliador, que se n\u00e3o lhe interessar, pode vend\u00ea-la no mercado com um bom lucro, e pior, com facilidade por conta do &#8220;status&#8221; do avaliador. Afinal, pensa o leitor, se era dele, e sendo ele exigente e conhecedor, deve ser um \u00f3timo aparelho.<\/p>\n<p><strong>LISTAS DE AVALIA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Publicada por alguns grupos espec\u00edficos, normalmente formados por gente com bastante conhecimento, as listas se mostram algumas vezes livres do interesse comercial, j\u00e1 que n\u00e3o existem anunciantes, e os aparelhos s\u00e3o comprados em lojas comuns. S\u00e3o raras, mas tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e3o livres de suspeita.<br \/>\nNada impede que o avaliador seja ainda procurado pelo fabricante e receba vantagens para fazer uma avalia\u00e7\u00e3o favor\u00e1vel, ou pior, seja procurado por outra marca e convencido a denegrir o equipamento do concorrente. Sabemos que isso acontece frequentemente em muitas \u00e1reas, e porque seria diferente no mundo do \u00e1udio e v\u00eddeo?<br \/>\nApesar de serem um pouco mais confi\u00e1veis em sua maioria, as listas tamb\u00e9m dever ser vistas com cautela.<br \/>\nComo nos demais casos, trataremos dos aspectos t\u00e9cnicos e subjetivos posteriormente, cuidando agora apenas da quest\u00e3o do interesse comercial.<\/p>\n<p>F\u00d3RUNS, COMUNIDADES E LISTAS DE DISCUSS\u00c3O<\/p>\n<p>Os sites da Internet, como f\u00f3runs, listas de discuss\u00e3o, comunidades como o Orkut, p\u00e1ginas pessoais, etc. tamb\u00e9m emitem opini\u00f5es sobre qualidades de equipamentos. Apenas comercialmente falando, alguns procuram ser honestos em suas avalia\u00e7\u00f5es, mas outros, como no caso das revistas, possuem anunciantes ou outros interesses diversos que acabam lhes causando conflitos de interesses.<br \/>\nMuitos desses espa\u00e7os da Internet nascem como uma extens\u00e3o do prazer pelo assunto, por uma simples satisfa\u00e7\u00e3o pessoal, como um hobby, mas acabam infelizmente ganhando contornos comerciais. Quando o seu criador consegue preservar os princ\u00edpios originais de imparcialidade e compromisso com a seriedade, e a verdade das informa\u00e7\u00f5es publicadas em seu site, a credibilidade \u00e9 mantida. Mas, principalmente em f\u00f3runs, podemos encontrar in\u00fameros fabricantes, comerciantes e correlatos, disfar\u00e7ados de simples membros buscando valorizar suas marcas. Nos Estados Unidos foram identificados fabricantes infiltrados entre os membros de um f\u00f3rum, valorizando suas marcas e depreciando as concorrentes. Isso \u00e9 s\u00f3 um exemplo, e n\u00e3o deve acontecer somente em sites americanos. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil administrar um grupo grande de usu\u00e1rios de um f\u00f3rum, identificando os &#8220;intrusos&#8221;. N\u00e3o existe qualquer controle seguro para a entrada dos novos membros, e n\u00e3o h\u00e1 qualquer sistema de identifica\u00e7\u00e3o de suas identidades. Por essa raz\u00e3o, alguns f\u00f3runs acabam permitindo o ingresso somente de pessoas conhecidas, ou por recomenda\u00e7\u00e3o pr\u00e9via daqueles que j\u00e1 perten\u00e7am \u00e0 comunidade.<br \/>\nMas, n\u00e3o s\u00f3 os membros de um f\u00f3rum podem desvirtu\u00e1-lo. Os criadores e administradores destes f\u00f3runs acabam agregando neg\u00f3cios ao espa\u00e7o, e o inevit\u00e1vel compromisso com seus interesses pessoais acaba tamb\u00e9m por prejudicar a sua credibilidade.<br \/>\nComunidades como o Orkut, e outras dispon\u00edveis na rede, possuem um grupo mais reduzido de pessoas, mas uma estrutura funcional pouco pr\u00e1tica, pelo menos comparada com a de um f\u00f3rum. Estes grupos est\u00e3o crescendo, e alguns j\u00e1 sofrem &#8220;invas\u00f5es&#8221; de comerciantes buscando ampliar seus neg\u00f3cios.<br \/>\nAlguns sites com p\u00e1ginas de informa\u00e7\u00e3o e testes de equipamentos, sem participa\u00e7\u00e3o de usu\u00e1rios, tamb\u00e9m podem ter o resultado de seus testes manipulados, principalmente quando come\u00e7a a ser considerado como um neg\u00f3cio economicamente vi\u00e1vel.<br \/>\nAlguns sites americanos permitem que os pr\u00f3prios usu\u00e1rios publiquem seus reviews, atribuindo uma nota m\u00e9dia sobre as avalia\u00e7\u00f5es recebidas para cada equipamento. Esse sistema tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 isento da participa\u00e7\u00e3o vinculada \u00e0 algum interesse pessoal.<\/p>\n<p>Estes s\u00e3o alguns ve\u00edculos formadores de opini\u00e3o que, atrav\u00e9s dos seus &#8220;reviews&#8221;, podem ajudar ou prejudicar in\u00fameros compradores na hora de decidirem por um equipamento.<br \/>\nTodo cuidado \u00e9 pouco e, novamente, qualquer avalia\u00e7\u00e3o deve ser interpretada com bastante cautela.<\/p>\n<p>Continua<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Os reviews que avaliam equipamentos de \u00e1udio e v\u00eddeo, s\u00e3o totalmente seguros?<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":4960,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[15],"tags":[33,58,26,32,31,34,60,35,40,20,25,42,50],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/528"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=528"}],"version-history":[{"count":3,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/528\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1249,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/528\/revisions\/1249"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/4960"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=528"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=528"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=528"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}