{"id":324,"date":"2009-11-23T15:39:49","date_gmt":"2009-11-23T18:39:49","guid":{"rendered":"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/?p=324"},"modified":"2016-01-04T17:22:31","modified_gmt":"2016-01-04T20:22:31","slug":"construindo-uma-sala-de-audio-e-video-dedicada-1%c2%aa-parte","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/construindo-uma-sala-de-audio-e-video-dedicada-1%c2%aa-parte\/","title":{"rendered":"Construindo uma sala de \u00e1udio (e v\u00eddeo) dedicada &#8211; 1\u00aa Parte"},"content":{"rendered":"<p>Por:  Eduardo Martins<\/p>\n<p>O Objetivo deste tratado \u00e9 oferecer informa\u00e7\u00f5es \u00fateis para a constru\u00e7\u00e3o de uma sala dedicada para aprecia\u00e7\u00e3o de m\u00fasica e filmes. <!--more--> A m\u00fasica \u00e9 prioridade, mas por consequ\u00eancia o ganho obtido na utiliza\u00e7\u00e3o de um sistema de home-theater tamb\u00e9m ser\u00e1 bastante evidente.<\/p>\n<p>Depois de mais de 30 anos me dedicando ao hobby de \u00e1udio e v\u00eddeo, posso afirmar hoje, com total seguran\u00e7a, que a sala \u00e9 o principal elemento de uma boa instala\u00e7\u00e3o, mesmo porque uma sala sem os devidos cuidados n\u00e3o se presta a extrair o verdadeiro resultado de desempenho de um sistema como um todo, e muitas vezes isso acaba por provocar in\u00fameras substitui\u00e7\u00f5es de componentes do sistema, sem o resultado esperado, e muitas vezes com consequ\u00eancias desastrosas.<br \/>\nRecentemente vi uma publica\u00e7\u00e3o usar uma express\u00e3o que criei h\u00e1 muitos anos para descrever essas tentativas de obter uma melhoria do sistema sem conseguir o resultado esperado, seria os &#8220;upgrades horizontais&#8221;. Na verdade, tratam-se de tentativas in\u00fateis que, por v\u00e1rias raz\u00f5es, n\u00e3o agregam qualquer benef\u00edcio real ao sistema.<br \/>\nUma destas raz\u00f5es \u00e9 justamente a sala.<br \/>\nN\u00e3o estou sugerindo a constru\u00e7\u00e3o de salas &#8220;ex\u00f3ticas&#8221; com solu\u00e7\u00f5es exageradas e muitas vezes quase invi\u00e1veis. Mas, muitos cuidados, at\u00e9 de baixos custos, podem proporcionar resultados surpreendentes.<br \/>\nV\u00e1 vi muitos sistemas singelos montados em boas salas apresentarem um resultado melhor que outros car\u00edssimos, de alt\u00edssimo n\u00edvel montado em salas sem os cuidados necess\u00e1rios.<br \/>\nAcreditem ou n\u00e3o, j\u00e1 vi um sistema de som da Sony, do tipo &#8220;mini-system&#8221;, apresentar um resultado mais &#8220;agrad\u00e1vel&#8221; que alguns conjuntos hi-end de entrada, muitas vezes insuport\u00e1veis.<\/p>\n<p>Um outro problema bastante comum \u00e9 que, tentando corrigir alguma defici\u00eancia da sala, o sujeito acaba utilizando componentes que &#8220;mascaram&#8221; o problema, e assim acabam por redefinir toda a qualidade do sistema, logicamente para baixo, sem perceber-se disso.<br \/>\nPor isso, recomendo sempre come\u00e7ar pela sala, depois pelos equipamentos.<br \/>\nUm exemplo bastante comum (e que aconteceu comigo tamb\u00e9m) \u00e9 quando utilizamos caixas ac\u00fasticas que utilizam modernos tweeters de domos met\u00e1licos, ou mesmo supertweeters. O desempenho destes componentes \u00e9 excelente, por\u00e9m, numa sala ruim, podem soar &#8220;estridentes&#8221;. N\u00e3o \u00e9 um problema da caixa, pelo contr\u00e1rio, a maioria das melhores caixas do mundo utilizam tweeters met\u00e1licos. O problema \u00e9 a intera\u00e7\u00e3o do componente com a sala.<\/p>\n<p>\u00c9 como querer aproveitar o desempenho de uma Ferrari numa rua de terra esburacada e com lama, ou querer &#8220;brincar&#8221; com um jipe 4&#215;4 num asfalto.<br \/>\nAssim \u00e9 a sala. Ela deve ser compatibilizada com o sistema desejado, e quanto melhor o n\u00edvel do equipamento, mais podemos extrair de uma boa sala.<\/p>\n<p>Quando se fala em uma sala adequada para \u00e1udio, muitos imaginam logo o tratamento ac\u00fastico. Sim, tratar a sala para que tenha um bom resultado ac\u00fastico \u00e9 importante, mas n\u00e3o \u00e9 somente a ac\u00fastica que deve ser cuidada. A instala\u00e7\u00e3o el\u00e9trica, o cuidado com o posicionamento dos equipamentos, dos objetos da sala, de sua temperatura, do tipo de ilumina\u00e7\u00e3o utilizada e outros fatores devem receber muita aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u00c9 sobre isso que trataremos aqui. Aos poucos (a falta de tempo \u00e9 constante) iremos introduzir um novo tema, e abord\u00e1-lo de forma pr\u00e1tica, sem muitos rodeios cient\u00edficos ou matem\u00e1ticos, com dicas \u00fateis para quem quer construir uma sala dedicada ou melhorar aquela que j\u00e1 tem.<br \/>\nSer\u00e1 um texto bastante ilustrado, inclusive com fotos de solu\u00e7\u00f5es utilizadas em meu pr\u00f3prio sistema. Algumas mais caras, e in\u00fameras outras mais simples e baratas de serem implementadas, com resultados bastante positivos.<\/p>\n<p>Come\u00e7aremos pela ac\u00fastica. Tentaremos ser pr\u00e1ticos, sem muita teoria, mesmo porque muitas teorias de ac\u00fastica foram recentemente questionadas, e n\u00e3o h\u00e1 um entendimento pac\u00edfico sobre algumas delas.<br \/>\nO que sugiro sempre \u00e9 partir de um modelo b\u00e1sico, e atrav\u00e9s de experi\u00eancias aprimorar o que foi feito.<br \/>\nRecomendo tamb\u00e9m que sempre se leia muito sobre este e outros temas. S\u00e3o muitas informa\u00e7\u00f5es que merecem ser conhecidas para incrementar os trabalhos.<\/p>\n<p><strong>Melhorando a Ac\u00fastica<\/strong><\/p>\n<p>Um dos itens mais importantes de uma sala de home-theater ou de audi\u00e7\u00e3o de m\u00fasica \u00e9 o cuidado com o tratamento ac\u00fastico.<\/p>\n<p>N\u00e3o pretendo aqui entrar em conceitos te\u00f3ricos profundos sobre o assunto, at\u00e9 mesmo porque j\u00e1 existem muitos tratados sobre isso pela internet. Recomendo os artigos do Engenheiro Jorge Knirsch ( http:\/\/www.byknirsch.com.br ) que abordam aspectos interessantes sobre este tema. Mesmo os estudos sobre este assunto divergem, e n\u00e3o h\u00e1 um entendimento \u00fanico sobre o tratamento ac\u00fastico de um ambiente.<\/p>\n<p>Pretendo aqui, t\u00e3o somente, abordar a minha experi\u00eancia no assunto, de forma pr\u00e1tica, auxiliando aqueles que querem melhorar um pouco a ac\u00fastica de sua sala.<br \/>\n\u00c9 importante a ressaltar aqui que, sem um m\u00ednimo de tratamento ac\u00fastico adequado, uma sala n\u00e3o tem qualquer condi\u00e7\u00e3o de mostrar com fidelidade o potencial de qualquer instala\u00e7\u00e3o. Em muitos casos, recomendo que se inicie uma sala pelo trabalho ac\u00fastico, exceto para aqueles que n\u00e3o desejam um compromisso muito s\u00e9rio com a fidelidade.<\/p>\n<p>Minhas dificuldades come\u00e7aram numa sala pequena, de apenas 3,8x4m. Por mais que eu investisse em equipamentos de qualidade, o resultado ainda deixava a desejar.<br \/>\nSempre gostei de caixas com grande extens\u00e3o de agudos, principalmente aquelas com tweeters de domo r\u00edgido (diferente daqueles de seda), que equipam prestigiadas e premiadas marcas como B&amp;W, Wilson Audio, JMLab, Paradigm e tantas outras que est\u00e3o no topo das mais conceituadas listas do mundo.<br \/>\nA minha escolha inicialmente caiu sobre um par B&amp;W bookshelves, mais tarde substitu\u00eddas por modelos torre de uma s\u00e9rie superior, e atualmente por um par de Wilson de muito melhor desempenho.<br \/>\nNa \u00e9poca das B&amp;Ws, os agudos sempre pareceram um tanto inc\u00f4modos, e apesar de bastante extensos, soavam um tanto desagrad\u00e1vel.<br \/>\nO curioso \u00e9 que, por for\u00e7a de trabalho, viajava freq\u00fcentemente e aproveitava para visitar alguns amigos audi\u00f3filos na Europa, a maioria na Fran\u00e7a e B\u00e9lgica. L\u00e1, as caixas inglesas B&amp;W s\u00e3o maioria, e a marca equipa muitas instala\u00e7\u00f5es hi-end que tive o prazer de conhecer e apreciar.<br \/>\nMas, a\u00ed ocorria um fato curioso, o som que eu ouvia n\u00e3o era inc\u00f4modo como aquele que eu experimentava em meu sistema. Depois de muito pesquisar, descobri que a raz\u00e3o disso estava em alguns cuidados no tratamento ac\u00fastico e el\u00e9trico da sala, al\u00e9m de outros que veremos adiante.<\/p>\n<p>Minha primeira provid\u00eancia na tentativa de melhorar o desempenho do meu sistema foi, experimentalmente e por recomenda\u00e7\u00e3o de um amigo, colocar um colch\u00e3o de espuma, de casal, atr\u00e1s das caixas ac\u00fasticas e entre elas, e mais dois de solteiro, um em cada parede lateral aproximadamente na posi\u00e7\u00e3o central entre as caixas e a poltrona.<br \/>\nO resultado foi logo positivo, com uma melhora bastante significativa na qualidade do som.<br \/>\nDepois de mais alguns estudos, decidi partir para uma sala maior, retirando uma parede que dividia esta sala de um dos quartos de h\u00f3spedes que nunca havia sido usado. A sala passou a ter uma dimens\u00e3o de 4x8m, que foi mais tarde reduzida para aproximadamente 4x7m, como veremos mais tarde, para isolar os equipamentos da sala principal.<\/p>\n<p>A segunda provid\u00eancia foi justamente aplicar o tratamento ac\u00fastico na nova sala.<br \/>\nS\u00f3 para se ter uma id\u00e9ia do trabalho envolvido, esta sala ficou 5 meses em reformas, sem poder ser utilizada, mas o sacrif\u00edcio valeu a pena.<br \/>\nBoa parte dos trabalhos foram realizados por mim, pois n\u00e3o encontrei ningu\u00e9m comprometido com a qualidade e o detalhamento absoluto que eu procurava. Assim, resolvi fazer com minhas \u201cpr\u00f3prias m\u00e3os\u201d como publicou uma revista na \u00e9poca ao fazer uma reportagem sobre esta sala.<br \/>\nMas, foi justamente na hora dos trabalhos ac\u00fasticos que a coisa complicou bastante.<\/p>\n<p>Tive in\u00fameras opini\u00f5es do que deveria ser feito na sala, com o revestimento de paredes, tetos, instala\u00e7\u00e3o de armadilhas de graves, etc. Muitos apresentavam conceitos te\u00f3ricos baseados em muitos especialistas mundiais sobre o assunto, mas dificilmente as opini\u00f5es coincidiam.<br \/>\nA resposta veio de uma empresa de S\u00e3o Paulo, respons\u00e1vel por um dos maiores projetos ac\u00fasticos (se n\u00e3o o maior) de sucesso do Brasil.<br \/>\nN\u00e3o divulgarei o nome da empresa, pois foi me pedido que entrasse em contato com o seu pessoal de assessoria de imprensa para seguir uma linha de divulga\u00e7\u00e3o baseada nos crit\u00e9rios publicit\u00e1rios dessa empresa. Desculpem, mas, apesar de ter ficado muito grato pela ajuda oferecida, n\u00e3o trabalho com manipula\u00e7\u00e3o de imagem publicit\u00e1ria, pois este site n\u00e3o tem qualquer objetivo ou linha comerciais.<\/p>\n<p>A sugest\u00e3o era conhecida como \u201cmeia viva, meia morta\u201d, um tratamento que visava absorver as reflex\u00f5es prim\u00e1rias das ondas sonoras deixadas pela caixa, principalmente na parte frontal. Deixando a parte anterior mais \u201cviva\u201d. N\u00e3o me perguntem qual o embasamento t\u00e9cnico dessa teoria que a difere de outras, s\u00f3 sei que funcionou.<\/p>\n<div><strong>O b\u00e1sico de teoria  ac\u00fastica<\/strong><\/p>\n<p>Para melhor compreens\u00e3o, farei aqui um apanhado  bastante breve e superficial sobre alguns termos que considero mais  importantes: reflex\u00e3o, absor\u00e7\u00e3o e  difus\u00e3o ac\u00fasticas, sempre de forma bastante simples e pr\u00e1tica,  para maior objetividade.<\/p>\n<p>Quando o som deixa as caixas ac\u00fasticas,  uma parte dele se dirige direto ao ouvinte, e outra parte \u00e9 refletida na  sala, pois o som n\u00e3o sai como um foco de luz de uma lanterna  direcional, ele se espalha no ambiente, refletindo pelos objetos,  paredes, teto, etc., ou sendo absorvido por estes. Pode ocorrer ainda o  \u201cespalhamento\u201d da onda sonora em diversas outras que s\u00e3o refletidas de  modo desordenado.<br \/>\nAssim, quando o som \u00e9 refletido pelo objeto,  chamamos de \u201creflex\u00e3o\u201d, quando \u00e9 absorvido por ele, chamamos de  \u201cabsor\u00e7\u00e3o\u201d, e quando ele ao atingir o objeto se espalha de forma  desordenada, chamamos de \u201cdifus\u00e3o\u201d.<br \/>\nChamamos de primeiras reflex\u00f5es aquelas que deixam  as caixas e refletem uma \u00fanica vez nos objetos (paredes, teto, piso,  etc). Segundas reflex\u00f5es s\u00e3o aquelas que refletem duas vezes, e assim  sucessivamente.<br \/>\nAs primeiras s\u00e3o as mais s\u00e9rias, enquanto as demais  v\u00e3o progressivamente perdendo import\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Ou seja, em adi\u00e7\u00e3o ao  som direto das caixas, somamos aqueles refletidos, como mostra a figura  abaixo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala1.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p>Os materiais (parede rebocada, vidro, espuma,  madeira, etc&#8230;) refletem ou absorvem as ondas sonoras com intensidades  diferentes.<br \/>\nQuando queremos absorver as primeiras ou as demais  reflex\u00f5es, usamos materiais absorventes como a espuma ac\u00fastica ou a l\u00e1  de vidro, al\u00e9m de outros componentes menos comuns.<br \/>\nN\u00e3o entraremos  aqui em coeficiente de absor\u00e7\u00e3o,  faixa de freq\u00fc\u00eancia de atua\u00e7\u00e3o  ou outros termos mais espec\u00edficos, por\u00e9m recomendo fortemente um estudo  sobre isso nos diversos artigos de fontes confi\u00e1veis que podemos  encontrar na Internet.<\/p>\n<p>Usualmente, para combater as primeiras  reflex\u00f5es, utilizamos material absorvedor no ponto onde ela reflete.  Esse ponto pode ser encontrado com um espelho. Enquanto o ouvinte  sentado na posi\u00e7\u00e3o de audi\u00e7\u00e3o observa o espelho, uma segunda pessoa vai  posicionando-o entre as laterais das caixas at\u00e9 que o ouvinte veja a  caixa. O som far\u00e1 nesse ponto sua primeira reflex\u00e3o, de forma similar ao  reflexo da imagem, como mostra a figura abaixo:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala2.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p>O  ideal \u00e9 tratarmos essa parte das paredes laterais com material  absorvedor, mas n\u00e3o somente ela, teto e piso tamb\u00e9m. Por raz\u00f5es  pr\u00e1ticas, um tapete no piso pode ser uma solu\u00e7\u00e3o aceit\u00e1vel, mas mesmo  para isso precisamos de alguns cuidados, como usar um tapete mais  espesso, ou com uma camada de manta de algod\u00e3o por baixo.<\/p>\n<p>Abaixo  mostramos o que acontece com a absor\u00e7\u00e3o das primeiras reflex\u00f5es:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala3.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala4.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p>Seguem  alguns modelos de absorvedores ac\u00fasticos:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala5.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala6.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala7.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<\/div>\n<p>Em outras situa\u00e7\u00f5es, \u00e9 prefer\u00edvel difundir o som, e n\u00e3o absorv\u00ea-lo.  Alguns recomendam o uso mesclado destas duas solu\u00e7\u00f5es, obtendo um efeito  parecido como abaixo:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala8.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p>Seguem  alguns modelos de difusores:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala9.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala10.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala11.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala12.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p>H\u00e1  tamb\u00e9m a quest\u00e3o das baixas frequ\u00eancias (os sons mais graves). Essa  faixa de \u00e1udio \u00e9 bastante dif\u00edcil de ser tratada, e os cantos vivos da  sala, al\u00e9m de outros fatores, prejudicam ainda mais este problema.<br \/>\nAssim,  habitualmente, faz-se uso de dispositivos para \u201ccapturar\u201d parte desses  graves \u201csoltos\u201d em excesso no ambiente.<br \/>\nAlguns destes dispositivos  s\u00e3o mostrados abaixo, normalmente situados nos cantos da sala:<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala13.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala14.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala15.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala16.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><strong>Abaixo, alguns modelos de salas tratadas acusticamente:<\/strong><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala17.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala18.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala19.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala20.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala21.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala22.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/imagem\/sala23.jpg\" alt=\"Imagem\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Por: Eduardo Martins O Objetivo deste tratado \u00e9 oferecer informa\u00e7\u00f5es \u00fateis para a constru\u00e7\u00e3o de uma sala dedicada para aprecia\u00e7\u00e3o de m\u00fasica e filmes.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":3248,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[16],"tags":[53,33,58,38,56,29,30,26,32,55,61,23,22,31,34,21,60,35,40,57,28,20,59,51,25,27,52,42,50],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/324"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=324"}],"version-history":[{"count":5,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/324\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1116,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/324\/revisions\/1116"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3248"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=324"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=324"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=324"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}