{"id":1975,"date":"2011-07-10T17:39:01","date_gmt":"2011-07-10T19:39:01","guid":{"rendered":"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/?p=1975"},"modified":"2021-06-11T12:47:05","modified_gmt":"2021-06-11T15:47:05","slug":"primeiro-teste-comparativo-de-cabos-do-hi-fi-planet","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/primeiro-teste-comparativo-de-cabos-do-hi-fi-planet\/","title":{"rendered":"Primeiro teste comparativo de cabos do Hi-Fi Planet"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify;\">Conhe\u00e7a o resultado do primeiro teste de cabos realizado pelo Hi-Fi Planet, cheio de surpresas e conclus\u00f5es surpreendentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\">\n<p style=\"text-align: justify;\"><!--more--><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-full wp-image-1980 aligncenter\" title=\"cabohiend\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/cabohiend1.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"137\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">O tema &#8220;cabos&#8221; sempre foi motivo para longas discuss\u00f5es.<br \/>\nAlguns acham que cabos n\u00e3o apresentam qualquer diferen\u00e7a, outros investem pequenas (ou grandes) fortunas buscando os cabos ideais para o seu sistema.<br \/>\nAfinal, onde est\u00e1 a resposta para este mist\u00e9rio?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Inicialmente, posso afirmar que se voc\u00ea n\u00e3o tiver um bom sistema de \u00e1udio, e ouvidos em dia, certamente ficar\u00e1 do lado da corrente que afirma que cabos comuns s\u00e3o t\u00e3o bons quanto quaisquer cabos, e tudo isso n\u00e3o passa de &#8220;voodoo&#8221;.<br \/>\nMas, cabos fazem diferen\u00e7a, e afirmo isso na condi\u00e7\u00e3o de quem n\u00e3o acreditava, recusava aceitar essa verdade, e ainda tentava provar o contr\u00e1rio.<br \/>\nH\u00e1 muito tempo realizei uma brincadeira (s\u00e9ria) com um amigo, que fazia parte de um respeitado grupo de audi\u00f3filos de Bras\u00edlia. Fabriquei um cabo utilizando componentes comuns e baratos do mercado, na verdade, conectores banhados com imita\u00e7\u00e3o de ouro, e um cabinho de antena de alguns poucos reais o metro, colocando uma marca de respeito impressa no cabo. Depois de uma &#8220;longa e cuidadosa&#8221; avalia\u00e7\u00e3o, o amigo me disse que o cabinho, que custou perto de 12 reais, havia superado cabos de mais de 500 d\u00f3lares, e o &#8220;respeitado&#8221; grupo de audi\u00f3filos do qual participava estava muito interessado em substituir seus caros cabos por este de 12 reais. Quando contei a verdade (n\u00e3o me interesso em ganhar dinheiro desonesto ou teria ficado rico com esse cabinho) o colega surtou, chegando a ficar algum tempo sem falar comigo.<br \/>\nMas, o fato levantou muitas d\u00favidas. Fez o mercado acordar na \u00e9poca, e causou inc\u00f4modos de tal forma que at\u00e9 o debate foi &#8220;exclu\u00eddo&#8221; do <em>site<\/em> onde foi publicado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois disso, minha curiosidade sobre cabos se tornou ainda maior. Descobri falhas graves nos testes de cabos, manipula\u00e7\u00e3o de resultados em cursos que deveriam ensinar e n\u00e3o confundir ou enganar, avalia\u00e7\u00f5es suspeitas e resultados ainda mais curiosos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Mas, o que h\u00e1 por tr\u00e1s desse universo de cabos &#8220;<em>hi-end<\/em>&#8220;?<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Autom\u00f3veis tiveram um grande aumento de desempenho e conforto, mas nem por isso utilizou-se de &#8220;misteriosos&#8221; componentes nobres e caros em seu desenvolvimento. Um cabo de \u00e1udio mais &#8220;desenvolvido&#8221; \u00e9\u00a0 taxado de <em>hi-end<\/em>, e utiliza componentes &#8220;especiais&#8221; em sua fabrica\u00e7\u00e3o, mas o fabricante normalmente n\u00e3o consegue explicar do que se trata.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Existem pesquisadores no mundo inteiro defendendo que conectores de cobre s\u00e3o superiores ao ouro, exigindo apenas uma manuten\u00e7\u00e3o maior (limpeza peri\u00f3dica).<br \/>\nSe o material n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o cr\u00edtico, o que afinal de contas tornam alguns cabos t\u00e3o caros? Seria a &#8220;<em>grife<\/em>&#8221; e um mercado de <em>sites<\/em> e outras publica\u00e7\u00f5es totalmente voltadas a interesses &#8220;difusos&#8221;?<br \/>\nN\u00e3o! Isso existe tamb\u00e9m, mas outros fatores devem ser considerados.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cabos de baixa qualidade prejudicam o resultado sonoro, e hoje n\u00e3o tenho qualquer d\u00favida em rela\u00e7\u00e3o a isso. Se meu cabo de R$ 12, 00 causou tanta confus\u00e3o, e confundiu &#8220;experientes audi\u00f3filos&#8221;, outros fatores estiveram envolvidos na experi\u00eancia. Alguns deles, em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 forma de avaliar um cabo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois de um tempo instalado num equipamento, contatos de terminais dos cabos come\u00e7am a se deteriorar. N\u00e3o existe uma fus\u00e3o entre um conector macho de um cabo e o conector f\u00eamea de um equipamento. O contato \u00e9 feito mediante press\u00e3o. O projeto de &#8220;encaixe&#8221; \u00e9 feito de tal forma para que haja uma for\u00e7a de uni\u00e3o entre as duas partes. Mas, isso n\u00e3o impede que ocorra uma oxida\u00e7\u00e3o entre as duas partes com o tempo, prejudicando a perfeita condu\u00e7\u00e3o do sinal el\u00e9trico. Sim, estamos falando em sinais el\u00e9tricos, t\u00e3o somente. Esque\u00e7a que cabos e conectores conduzem sinais de \u00e1udio com caracter\u00edsticas &#8220;cr\u00edticas&#8221; ou &#8220;especiais&#8221;. Computadores, sim, manipulam sinais el\u00e9tricos bem mais complexos.<br \/>\nMe recordo quando tive um de meus primeiros computadores, um Apple II Plus, e frequentemente era obrigado a abr\u00ed-lo para limpar contato dos circuitos integrados e de placas, que com o tempo faziam o computador parar de funcionar.<br \/>\nO mesmo acontece com os nossos equipamentos de \u00e1udio. O tempo faz com que contatos el\u00e9tricos percam efici\u00eancia, e prejudiquem a condu\u00e7\u00e3o do sinal.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Assim, aqui deve ser observado um erro muito comum ao se avaliar o desempenho de novos cabos. Antes de qualquer coisa, limpe os contatos do seu velho cabo e de seu equipamento. Reaperte as conex\u00f5es dos conectores, se for o caso. Fa\u00e7a primeiro uma revis\u00e3o em seu cabo original.<br \/>\nCerta vez, fiz uma brincadeira com um amigo, ao realizar um comparativo de cabos.<br \/>\nRetirei o cabo antigo e instalei um cabo quase 10 vezes mais caro. O amigo ficou surpreso com o desempenho. Sem que ele percebesse, fiz uma limpeza no seu cabo antigo usando apenas \u00e1lcool. Disse-lhe que apenas estava limpando-o para guard\u00e1-lo. Numa manobra simulada, troquei os cabos e continuamos os testes. Ele continuou insistindo na grande melhora da qualidade sonora depois da troca de cabos. Contei-lhe o que tinha feito, e reiniciamos os testes. Fiz desta vez uma limpeza bem mais cuidadosa, e ele n\u00e3o notou mais qualquer diferen\u00e7a entre os dois cabos. Eu percebi uma ligeira melhora com o segundo cabo, mas realmente quase impercept\u00edvel para ouvidos pouco treinados.<br \/>\nAqui vai a primeira regra: fa\u00e7a uma boa limpeza no seu &#8220;velho&#8221; cabo, e reaperte as conex\u00f5es entre cabo e conectores.<br \/>\nAs vezes o simples ato de retirar um cabo e coloc\u00e1-lo de volta j\u00e1 \u00e9 o suficiente para promover um melhor contato, com a &#8220;raspagem&#8221; da superf\u00edcie dos conectores.<br \/>\nEm nossa categoria &#8220;Espa\u00e7o DIY&#8221; ensinamos como fazer uma correta limpeza de conex\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Ainda, para maior validade de um teste, \u00e9 importante que ele seja &#8220;cego&#8221;, ou seja, que o avaliador n\u00e3o saiba que cabo est\u00e1 sendo utilizado.<br \/>\nCerta vez, participando de uma apresenta\u00e7\u00e3o sobre &#8220;percep\u00e7\u00e3o auditiva&#8221;, o palestrante esqueceu-se de que tinha voltado um cabo antigo, supostamente de baixa qualidade, e continuou tentando mostrar os ganhos com um cabo centenas de d\u00f3lares mais caro. Descobri depois que seu objetivo era unicamente tentar provar a efici\u00eancia de sua metodologia de avalia\u00e7\u00e3o (que \u00e9 o claro objetivo do curso &#8211; n\u00e3o atendido, na minha opini\u00e3o).<br \/>\nO teste deve ser cego. H\u00e1 quem jamais concorde com isso, oferecendo os argumentos mais absurdos poss\u00edveis. Mas, acredite, isso \u00e9 necess\u00e1rio.<br \/>\nDois pratos de comida, feitos da mesma forma, pode induz\u00ed-lo a encontrar melhor sabor em um deles se voc\u00ea souber que um foi feito pelo bar da esquina e o outro pela sua querida m\u00e3e.<br \/>\nPode at\u00e9 haver alguma diferen\u00e7a, ou n\u00e3o, mas, subjetivamente, seu c\u00e9rebro pode engan\u00e1-lo. E isso acontece com frequ\u00eancia.<br \/>\nNeste mesmo curso que fiz, o palestrante for\u00e7ava a situa\u00e7\u00e3o com observa\u00e7\u00f5es do tipo: &#8220;vejam que parece que sumiu um v\u00e9u que havia em frente \u00e0s caixas&#8221;&#8230; &#8220;notem a maior velocidade das notas&#8221;&#8230; &#8220;observem como \u00e9 poss\u00edvel acompanhar a m\u00e3o direita do pianista&#8221;&#8230; verdadeiras tentativas de convencimento que n\u00e3o refletiam os fatos. E quem ousava contestar, era praticamente chamado de surdo pelo palestrante, que sequer percebeu seu engano com a troca de cabos mencionada acima.<br \/>\nAo fazer qualquer experi\u00eancia em seu sistema, pe\u00e7a que algu\u00e9m fa\u00e7a a troca de cabos, e avalie sem saber qual deles est\u00e1 conectado naquele momento.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Cabos exigem amaciamento? A maioria n\u00e3o. Raramente percebi alguma diferen\u00e7a em fun\u00e7\u00e3o de &#8220;amaciamento&#8221;. Acho que a diferen\u00e7a est\u00e1 mais na acomoda\u00e7\u00e3o dos contatos em si do que em mudan\u00e7as f\u00edsico-qu\u00edmicas da composi\u00e7\u00e3o dos cabos. Tanto \u00e9 verdade que os argumentos utilizados para isso s\u00e3o muito contestados pelos fabricantes especializados em cabos especiais para uso em equipamentos m\u00e9dicos, industriais e de inform\u00e1tica, s\u00f3 para citar alguns exemplos onde se requer uma exig\u00eancia maior.<br \/>\n\u00c9 engra\u00e7ado como tentam fazer o universo do \u00e1udio virar uma coisa do &#8220;outro mundo&#8221;. Mais interessante \u00e9 saber que ningu\u00e9m comprova nada cientificamente, sempre elegando que nosso c\u00e9rebro \u00e9 &#8220;cheio de surpresas&#8221;, acho que cheios s\u00e3o os bolsos daqueles que tentam vender fantasias por pre\u00e7o de ouro&#8230;<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Afinal, qual a conclus\u00e3o que podemos tirar disso tudo?<br \/>\nCabos de melhor qualidade fazem diferen\u00e7a. Isso eu j\u00e1 n\u00e3o discuto mais como fazia antes de entender melhor esta quest\u00e3o. Agora, se estas diferen\u00e7as s\u00e3o para melhor ou pior, isso n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel afirmar.<br \/>\nQuando vejo uma publica\u00e7\u00e3o dizer que determinado cabo \u00e9 maravilhoso, fico bastante irritado. Afinal, in\u00fameros outros fatores interferem no desempenho de cabos, como comprimento, caracter\u00edsticas do sistema onde s\u00e3o instalados, sensibilidade e outras particularidades auditivas do avaliador, etc.<br \/>\nCabos possuem capacit\u00e2ncia, indut\u00e2ncia, resist\u00eancia el\u00e9trica e outras caracter\u00edsticas el\u00e9tricas que podem afetar o som. E estas n\u00e3o est\u00e3o ligadas exclusivamente \u00e0 qualidade de material empregado. A forma de construir um cabo, tran\u00e7ando seus fios ou mantendo-os lineares, j\u00e1 pode causar modifica\u00e7\u00f5es nestas caracter\u00edsticas.<br \/>\nO comprimento do cabo pode fazer com que um exemplar de 1m tenha um resultado bem diferente de outro de 2m. Assim como o &#8220;casamento&#8221; entre os componentes do sistema tamb\u00e9m influenciam os resultados. Dependendo ainda do indiv\u00edduo, e de sua capacidade auditiva, ele pode n\u00e3o notar qualquer diferen\u00e7a entre um cabo ruim e outro de \u00f3tima qualidade (falo em desempenho, n\u00e3o em pre\u00e7o).<br \/>\nMais uma vez, &#8220;<em>reviews<\/em>&#8221; perdem a confiabilidade neste ponto. Eles devem ser vistos de forma orientativa, mas jamais conclusiva.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Dito isto, vamos ao resultado de um teste &#8220;cego&#8221; que realizei com alguns amigos h\u00e1 algumas semanas. Tamb\u00e9m participei da avalia\u00e7\u00e3o, mais n\u00e3o me identificarei para evitar qualquer influ\u00eancia nos resultados.<br \/>\nEstamos reunindo alguns membros do &#8220;Clube do Audi\u00f3filo&#8221; para uma nova experi\u00eancia em breve, e isso ser\u00e1 importante para enriquecermos ainda mais nossas conclus\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Importante ressaltar que n\u00e3o recebemos cabos para teste de fabricantes ou revendas. Todos foram emprestados sem que o fornecedor soubesse de sua finalidade, e muitos faziam parte do arsenal de cabos que os amigos dispunham. Atrav\u00e9s de uma foto que fiz, apresentada neste artigo, \u00e9 poss\u00edvel ver a variedade de cabos que j\u00e1 possuo.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Est\u00e1vamos um cinco avaliadores acima de qualquer suspeita. Durante as fases do teste foi poss\u00edvel fazer uma avalia\u00e7\u00e3o sem qualquer id\u00e9ia do cabo avaliado.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Todos os cabos foram limpos e suas conex\u00f5es reapertadas.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Para simplificar, sem ficar utilizando metodologias &#8220;bizarras&#8221; que mais confundem do que explicam, adotamos o crit\u00e9rio de dar uma nota de 1 a 5 em cada faixa de opera\u00e7\u00e3o do cabo, baixas frequ\u00eancias (graves), m\u00e9dias frequ\u00eancias (m\u00e9dios) e altas frequ\u00eancias (agudos), conforme o comportamento do cabo. O objetivo era avaliar o quanto o cabo era preciso na reprodu\u00e7\u00e3o de cada faixa.<br \/>\nPara reprodu\u00e7\u00e3o de cada faixa, utilizamos discos de testes (inclusive de m\u00fasicas) com grava\u00e7\u00f5es de baixos, bateria, vozes, violino, e outros instrumentos que representavam cada faixa. Realizamos, ainda, testes com instrumentos reais, para compara\u00e7\u00e3o (se bem que, novamente, isto n\u00e3o \u00e9 um recurso absoluto).<br \/>\nPosteriormente, alguns discos bem gravados era reproduzidos, para uma avalia\u00e7\u00e3o geral.<br \/>\nN\u00e3o houve um crit\u00e9rio r\u00edgido, j\u00e1 que a opini\u00e3o geral foi un\u00e2nime ao confirmar que n\u00e3o existem diferen\u00e7as &#8220;gigantescas&#8221; entre um cabo e outro, mas t\u00e3o somente varia\u00e7\u00f5es sutis entre os bons cabos.<br \/>\nAlguns tentam nos convencer que tiveram que ouvir todos os seus discos &#8220;tal o salto de qualidade observado&#8221;. Isto \u00e9 uma bobagem. Desafio estes cidad\u00e3os a realizar um teste como este, e serem t\u00e3o precisos assim (ningu\u00e9m no mundo todo gosta dessa id\u00e9ia),<br \/>\nHouve uma diferen\u00e7a percept\u00edvel entre cabos de baix\u00edssima qualidade de fabrica\u00e7\u00e3o com outros melhores fabricados, s\u00f3 isso. Em contrapartida, a diferen\u00e7a de pre\u00e7os n\u00e3o provou absolutamente nada, j\u00e1 que cabos mais baratos superaram car\u00edssimas &#8220;<em>grifes<\/em>&#8220;. Mas, novamente, sempre de forma sutil, presente, mas n\u00e3o exagerada. N\u00e3o existe essa bobagem que uma troca de cabos pode evitar um &#8220;<em>upgrade<\/em>&#8220;.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Desta forma, uma nota 5 significa que determinado resultado foi superior \u00e0 um de nota 1, mas sem querer atribuir equival\u00eancias do tipo: 1-p\u00e9ssimo; 2-apenas ruim; &#8230; 5-Excelente. Todos cumpriram suas fun\u00e7\u00f5es. Alguns foram um pouco melhores em alguns aspectos, mas a maioria dos equipamentos e ouvidos sequer s\u00e3o capazes de perceber isso com tanta precis\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">As planilhas abaixo apresentam um resumo dos testes, e ao final apresentamos a planilha completa, com cada nota atribu\u00edda por cada avaliador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Um dos cabos de for\u00e7a, que montei para testes, apresentou um \u00f3timo resultado, e a &#8220;receita&#8221; de como fabric\u00e1-lo em casa, de forma econ\u00f4mica, ser\u00e1 apresentada posteriormente, &#8220;inteiramente gr\u00e1tis aos nossos leitores&#8221;. Depois disso, esque\u00e7am os caros cabos de grife. Atualizaremos este artigo em breve para essa finalidade e outros coment\u00e1rios.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Clique sobre as planilhas para ampli\u00e1-las.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Resultados dos testes<br \/>\n<\/strong>(clique para ampliar)<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><span style=\"color: #ffffff;\"><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos1.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-1976\" title=\"testecabos1\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos1.gif\" alt=\"\" width=\"887\" height=\"1461\" srcset=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos1.gif 887w, http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos1-182x300.gif 182w, http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos1-621x1024.gif 621w\" sizes=\"(max-width: 887px) 100vw, 887px\" \/><\/a><br \/>\n<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Planilha Geral<br \/>\n<\/strong>(Clique para visualizar melhor)<strong><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\"><strong>.<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos2.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-1977\" title=\"testecabos2\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos2.gif\" alt=\"\" width=\"1711\" height=\"1461\" srcset=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos2.gif 1711w, http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos2-300x256.gif 300w, http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/testecabos2-1023x874.gif 1023w\" sizes=\"(max-width: 1711px) 100vw, 1711px\" \/><\/a><br \/>\n<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">Fotos de alguns cabos pr\u00f3prios usados no teste (alguns recentemente adquiridos):<\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><em><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/cabosteste.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-1985\" title=\"cabosteste\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/cabosteste.jpg\" alt=\"\" width=\"570\" height=\"465\" srcset=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/cabosteste.jpg 570w, http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/cabosteste-300x244.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><\/a><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\"><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/caboleo1.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-1987\" title=\"caboleo\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/caboleo1.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"353\" srcset=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/caboleo1.jpg 500w, http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/caboleo1-300x211.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><br \/>\nUm cabo com com interior em &#8220;\u00f3leo&#8221;. Coisas estranhas do<em> hi-end.<\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><em><a href=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/xlrcampeao.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-1988\" title=\"xlrcampeao\" src=\"http:\/\/hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/xlrcampeao.jpg\" alt=\"\" width=\"500\" height=\"410\" srcset=\"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/xlrcampeao.jpg 500w, http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/2011\/07\/xlrcampeao-300x246.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 500px) 100vw, 500px\" \/><\/a><br \/>\n<\/em>Cabo da ConnexAudio em prata pura, muito recomend\u00e1vel. Ganhou lugar definitivo em meu sistema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><span style=\"color: #ffffff;\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong><em><span style=\"color: #000000;\">Atualiza\u00e7\u00e3o em 11.07.2011:<\/span><\/em><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Equipamentos de \u00e1udio utilizados no teste:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Amplifica\u00e7\u00e3o:<br \/>\n<\/strong>A amplifica\u00e7\u00e3o ficou por conta da dupla 840E\/840W da Cambridge. O bom, confi\u00e1vel e velho (por\u00e9m atualizado) Creek 5053SE foi tamb\u00e9m utilizado em determinado momento. O Editor da Stereophile me comentou que at\u00e9 hoje o velho Creek \u00e9 usado para tirar qualquer d\u00favida nos testes, por ser uma refer\u00eancia bastante confi\u00e1vel.<br \/>\nPor\u00e9m, a dupla da Cambridge acabou se mostrando melhor para o teste.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Fontes:<\/strong><br \/>\nA reprodu\u00e7\u00e3o do disco de teste e de outros para compara\u00e7\u00e3o ficou a cargo do <em>player<\/em> Marantz SA8001, ainda hoje considerado por muitos o mais preciso de toda a s\u00e9rie que o sucedeu. Mesmo assim, seu uso se d\u00e1 apenas como <em>player<\/em> de SACD e como transporte de CD. Na reprodu\u00e7\u00e3o de CD ele fornece o sinal digital para ser processado pelo DAC Musical Fidelity M1DAC.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Caixas Ac\u00fasticas<\/strong><br \/>\nAs caixas principais do teste, aprovadas sem restri\u00e7\u00f5es pelo grupo, foram as principais do sistema est\u00e9reo (vide Projeto &#8220;A Caixa&#8221; na categoria DIY). Estas caixas est\u00e3o criteriosamente e cuidadosamente ajustadas ao sistema.<br \/>\nChegamos a comparar com as velhas B&amp;W 7NT, que hoje fazem parte do sistema de HT, e que tamb\u00e9m foram recentemente atualizadas. Mas, as novas caixas se mostraram novamente muito mais precisas, dado todo o cuidado empregado em seu projeto. Afinal, ela substituiu com grande vantagem uma j\u00e1 maravilhosa Wilson Audio.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Sistema El\u00e9trico e Ac\u00fastico<\/strong><br \/>\nA sala \u00e9 tratada acusticamente, e toda a instala\u00e7\u00e3o el\u00e9trica foi especialmente desenvolvida para a sala, passando por um Powerline Audi\u00f3filo (atualizado). Todo o sistema \u00e9 aterrado e livre de vibra\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Os equipamentos ficam numa sala anexa, e por conta do controle remoto com retransmiss\u00e3o de sinal, \u00e9 imposs\u00edvel perceber qualquer movimenta\u00e7\u00e3o de troca de cabos ou sequer ver o equipamento com a porta da estante (de alvenaria) fechada. Mesmo os equipamentos foram desligados e ligados de dentro desta sala, opera\u00e7\u00e3o facilitada pelos interruptores traseiros existentes no conjunto da Cambridge.<br \/>\nO \u00fanico que teve conhecimento dos cabos em uso fui eu, raz\u00e3o pela qual preferi n\u00e3o identificar a minha participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Disco de Testes<\/strong><br \/>\nO disco principal utilizado nos testes \u00e9 uma compila\u00e7\u00e3o que fiz, com todo rigor t\u00e9cnico, de faixas selecionadas ao longo de anos para realiza\u00e7\u00e3o precisa de testes em todas as faixas de frequ\u00eancias aud\u00edveis. Foi um trabalho criterioso e demorado, mas funciona melhor do que ficar trocando discos e esperando que cada um deles tenha o mesmo desempenho. As grava\u00e7\u00f5es est\u00e3o do formato CD, mas para um teste final, utilizamos alguns SACDs.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Observa\u00e7\u00f5es quanto ao teste:<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\"><strong>Significado das notas atribu\u00eddas<\/strong><br \/>\n\u00c9 importante deixar muito claro que a conclus\u00e3o que tiramos \u00e9 que mesmo o pior cabo \u00e9 capaz de proporcionar um som de n\u00edvel <em>hi-end<\/em>. Ou seja, a nota &#8220;1&#8221; n\u00e3o significou um resultado ruim. As notas foram atribu\u00eddas referencialmente, depois de identificado o melhor e o pior cabo de cada grupo. Mas, mesmo os cabos originais dos equipamentos foram capazes de resultados bastante satisfat\u00f3rios. Os cabos que conseguiram melhor nota apresentaram um desempenho melhor, uma afina\u00e7\u00e3o maior da reprodu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nQuando digo que as varia\u00e7\u00f5es foram sutis, quero transmitir a id\u00e9ia de que, ao contr\u00e1rio do que o mercado propaga ao consumidor, as diferen\u00e7as entre os cabos n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o evidentes como a troca de caixas ac\u00fasticas, por exemplo.<br \/>\nA li\u00e7\u00e3o mais importante deste teste est\u00e1 justamente na desvincula\u00e7\u00e3o do pre\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o ao resultado obtido, algo j\u00e1 percebido pelo mercado europeu.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Depois dos testes, v\u00e1rios cabos circularam entre os equipamentos dos participantes, e os resultados n\u00e3o foram t\u00e3o diferentes, mas ocorreram, demonstrando que existem alguns comportamentos que se alteram de sistema para sistema.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify;\">Novas atualiza\u00e7\u00f5es em breve&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<div class=\"mh-excerpt\"><p>Conhe\u00e7a o resultado do primeiro teste de cabos realizado pelo Hi-Fi Planet, cheio de surpresas e conclus\u00f5es surpreendentes.<\/p>\n<\/div>","protected":false},"author":1,"featured_media":1980,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[105],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1975"}],"collection":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1975"}],"version-history":[{"count":10,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1975\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3329,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1975\/revisions\/3329"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1980"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1975"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1975"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/www.hifiplanet.com.br\/blog\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1975"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}